é, voltei a ouvir o yhf e descobri que esse disco, além de ser o melhor do wilco, é o que eu mais gosto entre todos os discos já feitos.
Sexta-feira, Abril 24, 2009
Sábado, Setembro 20, 2008
chico rutero
Eu sei que deixo o blog às moscas, mas ces't la vie, não ando tempo pra quase nada.
Mas queria deixar registrado que além de El mato a un policía motorizado, setembro me presenteou com glasvegas, banda fodona e que tenho certeza que será hypada logo, logo.
Não perca tempo, então:
http://www.myspace.com/elmatoaunpoliciamotorizado
http://www.myspace.com/glasvegas
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Sexta-feira, Abril 11, 2008
tangerines finalista do mês em concurso levis
Ae, pessoal, estamos concorrendo na categoria melhor música num concurso da levi's e ficamos entre os melhores do mês, concorrendo com bandas de todo o país. Agora, se formos os melhores votados, ganharemos r$4.000,00 em roupas.
Dêem uma força, isso ajuda um monte a banda:
http://www.levisbeoriginal.com.br/#finalists/5
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luiz young
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Quarta-feira, Março 12, 2008
atmosphere
walk in silence,
don't walk away, in silence.
see the danger,
always danger,
endless talking,
life rebuilding,
don't walk away.
walk in silence,
don't turn away, in silence.
your confusion,
my illusion,
worn like a mask of self-hate,
confronts and then dies.
don't walk away.
people like you find it easy,
naked to see,
walking on air.
hunting by the rivers,
through the streets,
every corner abandoned too soon,
set down with due care.
don't walk away in silence,
don't walk away.
(ian curtis/joy division)
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Sexta-feira, Fevereiro 15, 2008
tangerines

duas músicas novas da tangerines, aperitivo do disco que vem aí, estão no myspace da banda.
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luiz young
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Terça-feira, Janeiro 22, 2008
stephen malkmus - real emotional trash (2008)
2008 já começa muito melhor do que 2007.
o novo álbum do stephen malkmus me soa como uma evolução de seu trabalho com os the jicks. em alguns momentos soa mais sério do que de costume, mas parece ser amadurecimento de quem tá com 40 anos nas costas e ainda fazendo rock alternativo.
as harmonias bem feitas continuam, bem como os vocais sinceros e um resquício do lo-fi de outrora, do pavement (aqui pode ser falta de ouvido meu, pq gosto tanto de som podre que nem identifico os "problemas" mais).
fácil, fácil um dos melhores da carreira do cara e top 5 2008.
"vazado" em janeiro 2008, o disco deve ser lançado dia 04 de março pelo selo matador
01 dragonfly pie
02 hopscotch willie
03 cold son
04 real emotional trash
05 out of reaches
06 baltimore
07 gardenia
08 elmo delmo
09 we can't help you
10 wicked wanda
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Sexta-feira, Janeiro 04, 2008
nina nastasia - dogs (2004)
disco que tava com link quebrado sendo repostado.
e essa moça canta que é uma maravilha...
01 dear rose
02 oblivion
03 judy's in the sandbox
04 underground
05 a dog's life
06 a love song
07 stormy weather
08 smiley
09 roadkill
10 nobody knew her
11 too much between
12 jimmy's rose tattoo
13 the long walk
14 all your life
15 4 yrs
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Quinta-feira, Janeiro 03, 2008
autumn defense - autumn defense (2007)
um ano atrás, direto do túnel do tempo...
lançado em 09 de janeiro de 2007 pela broadmoor records
01 canyon arrow
02 estate remains
03 where you are
04 winterlight
05 feel you now
06 we would never die
07 city bells
08 spend your life
09 criminal
10 this will fall away
11 i nnew it all along
12 about to change
13 simple explanation
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Sexta-feira, Novembro 30, 2007
elliott smith - xo (1998)
lançado em 1998 pela dreamworks
01 sweet adeline
02 tomorrow tomorrow
03 waltz #2 (xo)
04 baby britain
05 pitseleh
06 independence day
07 bled white
08 waltz #1
09 amity
10 oh well, ok
11 bottle up and explode!
12 a question mark
13 everybody cares, everybody understands
14 i didn't understand
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Quinta-feira, Novembro 29, 2007
"eu hoje joguei tanta coisa fora
eu vi o meu passado passar por mim
cartas e fotografias, gente que foi embora
a casa fica bem melhor assim".
cousa boa fazer uma limpa geral e ver o fogo acabar com coisas que não servem pra nada. e outra que juntar tralha é coisa de ocidentais mal resolvidos e, como earl, i just try to be a better person.
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luiz young
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é, infelizmente não deu certo e o tom ainda é o mesmo, mas pelo menos posso cantar.
"free as a bird
it's the next best thing to be
free as a bird"
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Quarta-feira, Novembro 28, 2007
pode ser que mais tarde a sensação seja outra...
TABACARIA
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.
Álvaro de Campos, 15-1-1928
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Quinta-feira, Novembro 22, 2007
carpenters - their greatest hits (1990)
verdade 01: karen carpenter canta com um sentimento que não sei se existe ainda, algo terno e meio piegas, mas bonito.
verdade 02: o som dos carpenters é meio datado. parece que você ouviu num filme de sessão da tarde.
verdade 03: é uma framboesa incontestável.
mas quando ouço a voz dessa mulher nem penso nisso, só aproveito a música, que é boa e de uma sensibilidade ímpar.
lançado em 1990
01 yesterday once more
02 superstar (remix)
03 rainy days and mondays (remix)
04 top of the world (remix)
05 ticket to ride
06 goodbye to love (remix)
07 this masquerade
08 hurting each other
09 solitaire
10 we've only just begun (remix)
11 those good old dreams
12 please mr. postman
13 i won't last a day without you
14 touch me when we're dancing
15 jambalaya
16 for all we know
17 all you get from love is a love song
18 close to you
19 only yesterday
20 calling occupants of interplanetary... (remix)
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neil young - chrome dreams ii (2007)
lançado em novembro de 2007
01 beautiful bluebird
02 boxcar
03 ordinary people
04 shining light
05 the believer
06 spirit road
07 dirty old man
08 ever after
09 no hidden path
10 the way
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Quarta-feira, Novembro 21, 2007
uma realidade escondida
já tentei ser vegetariano há uns anos. um texto como esse teria me dado mais força de vontade na época.
mas, de maneira menos radical, o respeito ao bicho enquanto vivo e a dignidade na sua morte já seriam um grande avanço.
Estima-se que o consumo de carne e de produtos de origem animal acarrete o sacrifício de bilhões de animais por ano.
A demanda por esses produtos intensificou os sistemas de pecuária a fim de que um número cada vez maior de animais seja criado a um custo cada vez menor, no que se inclui a conveniência de que sejam mortos com a menor idade possível.
Não há exagero em afirmar que o ser humano carnívoro, atualmente, alimenta-se dos filhotes dos outros animais, inseridos em uma escala de produção que lhes retira qualquer individualidade e dignidade que um ser vivo pudesse ter.
De fato, não bastasse o triste e precoce fim que os espera, em suas breves vidas serão impedidos de exercer, ainda que de forma mínima, o comportamento natural inscrito em seus genes.
Nesse tipo de indústria, são práticas corriqueiras os procedimentos invasivos sem analgesia, tais como extração de dentes, descorna, castração e debicagem, o aprisionamento perpétuo em gaiolas e baias de cimento que impossibilitam a movimentação dos animais, o desmame precoce, o afastamento imediato de filhotes de sua mãe, a criação de animais suspensos para evitar o desenvolvimento dos músculos, o transporte em engradados ou em caminhões superlotados, a sangria sem adequada insensibilização etc.
A ciência, contudo, há muito demonstrou que os animais são seres sencientes, ou seja, capazes de experimentar sensações e emoções tais como dor, medo e tristeza, assim como são dotados de personalidades próprias e de sociabilidade.
Sem qualquer sombra de dúvida, não são indiferentes ao martírio a que estão submetidos.
Cada vez que uma pessoa entra no supermercado ou no restaurante e consome esse tipo de produto, está votando para que continue o sistema; o produtor, de seu turno, vai fazer tudo o que for necessário para diminuir os seus custos e obter um maior lucro, mesmo que seja à custa da sanidade física e psicológica dos animais.
Por se tratar de uma realidade que não está ao alcance dos olhos do consumidor, ao menos de sua grande maioria, pode-se dizer que este desconhece o que ocorre na granja, que não sabe que está consumindo produtos oriundos de animais submetidos a uma vida mínima e que não o faria se disso tivesse ciência.
Na verdade, a realidade é escondida atrás de embalagens coloridas e assépticas, e de propagandas que enganosamente mostram animais bem-tratados e felizes.
Daí que o acesso do consumidor a essas informações é um direito que não lhe deve ser subtraído; por outro lado, deve-se exigir que as autoridades públicas competentes intervenham na questão, a exemplo do que ocorre, por exemplo, na Europa, onde continuamente são estabelecidas regras para assegurar o efetivo bem-estar dos "animais de consumo".
Só assim se poderá atingir um nível ético condizente com uma sociedade que se pretende civilizada, e quiçá um dia a alimentação do ser humano não se baseie mais na morte e no sofrimento de outros seres vivos.
JAIME NUDILEMON CHATKIN | Promotor de Justiça
fonte:
http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1670066.xml&template=3898.dwt&edition=8750§ion=101
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Now playing: musique - lounge
via FoxyTunes
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verve earth

verve earth é uma nova ferramenta, meio google maps para rss(s), e hoje recebi convite para ser integrado ao mapa do brasil.
agora vou ver se entendo o negócio lá e arrumo a casa para o framboesas, o juliavalentine, o yhf...
quem quiser me achar por lá:
http://www.verveearth.com/dest/user/1958
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Now playing: cat power - wonderwall
http://foxytunes.com/artist/cat+power/track/wonderwall
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Terça-feira, Novembro 20, 2007

Am-I-Dumb.com - Intelligence Test
e eu não sou muito bom em inglês...
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Quinta-feira, Novembro 15, 2007
tem certos dias em que eu penso em minha gente...
tô aqui, sozinho, com a minha namorada num evento de estudos canadenses na bahia.
mas tenho minha danelectro e um punhado de canções pra tocar, então ok, the show must go on.
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Segunda-feira, Novembro 12, 2007
cidadão quem - spermatozoon (1998)
baita framboesa!
música pra adolescente? não sei, talvez eu ainda seja um.
sei que é de uma época que não tinha muito rock nas rádios, então esse tipo de pop com distorção fez a cidadão quem ter um bom público e hits estourados no rio grande do sul, como pinhal e um dia.
interessante que já fazem quase 10 anos e pra mim isso foi lançado ontem... é a idade!
lançado em 1998 pela extinta gravadora zoon (acho que era da rbs, pq depois saiu encartado numa revista atlântida)
01 joão
02 dia especial
03 população
04 bossa
05 prisioneiro
06 álbum de papel
07 touch
08 pinhal
09 anatomia
10 la recherche ii
11 um dia
12 pqd
13 luzes da estação
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luiz young
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20:51
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